MAGNETOTERAPIA

 

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1.1          Introdução

 

O magneto ou imã tem provado ser de muita utilidade na área da saúde. Há alguns anos a aplicação terapêutica de imãs vinha sido revestida de uma linguagem mística, ligada a crendices tais como a que o imã atraia a doença para fora do corpo através do seu poder de repulsão. A comunidade científica supunha que os resultados obtidos eram efeito psicológico ou placebo.

Há registros da aplicação de imãs ou pedras magnéticas na literatura ariana (os Vedas) de aproximadamente 5.000 anos. Na Grécia Antiga, Homero (850 a.C) e os filósofos Aristóteles (384 a.C) e Platão (347 a.C) fazem menções sobre o uso da magnetita. Os egípcios faziam uso de um tipo de pedra magnética para manter a jovialidade do rosto (Cleópatra usava um pequeno imã na testa e atribui-se a isto sua beleza e juventude preservada).

Paracelso (1493-1541), médico e alquimista suíço, afirmava que “aquilo que constitui um magneto é uma força atrativa, que está além da compreensão mas que, não obstante, causa atração do ferro e outras coisas; esta força é especialmente útil para a cura de diversas doenças e enfermidades como inflamações, influxo e úlceras, doenças intestinais e útero, doenças internas e externas.”

Até então o uso de imãs, embora promovesse efeito sobre o organismo, era considerado crendice popular ou superstição.

O primeiro estudo científico do magnetismo e da eletricidade associados foi realizado por William Gilbert (1540-1603), médico inglês, que editou em 1600 uma obra que representariaum marco importante no estudo do uso medicinam do imã: “The Magnet”.

Posteriormente outros cientistas se interessaram pelo assunto e realizaram diversas experiências sobre o uso de magnetos para curar certas enfermidades. Michel Faraday (1791-1867) deduziu os conceitos que permanecem válidos até a atualidade sobre eletromagnetismo, linhas magnéticas, campos magnéticos, polarização magnética, giratória e indução magnética. Este cientista conseguiu registrar 16.000 experiências baseadas em pesquisas pessoais e de outros cientistas como A. M. Ampère (1775-1836), H. C. Oesterd (1777-1851) e J. B. Biot (1774-1862). Como resultado ficou demonstrado que toda matéria é magnética e sofre influência tanto da atração quanto da repulsão de um campo magnético.

Franz Mesmer (1734-1815), influenciado pelas obras de Gilbert e Paracelso, declarava sua crença no magnetismo existente em toda matéria do universo e induzido pela influência do Jesuíta Hall, astrônomo da corte austríaca, iniciou o tratamento de pessoas com distúrbios nervosos por meio da aplicação de imãs em seus corpos.

Samuel Hahnemann (1755-1845) contemporâneo de Mesmer, catalogou muitas curas realizadas por Mesmer e posteriormente, já convencido dos efeitos benéficos do uso dos imãs, resolveu escrever sobre o assunto. Na “Matéria Médica Pura”, Vol. II, encontramos 54 páginas dedicadas ao tratamento através de magnetos e medicamentos preparados com imãs (imantados), e a descrição dos sintomas abrangidos pelas três propriedades do imã: “MagnetisPolusArticus”, “MagneticPolusAustralis” e “Magnetic Poli Ambo”.

  1. C. Allen foi outro mestre da homeopatia que dedicou 48 páginas do seu “Matéria Médica ofNosodes” ao uso de imãs na saúde.

 

1.2          Uso do magnetismo no Século XX:

 

A partir do início do Século XX a magnetoterapia tem sido reavivada com um enfoque mais científico. A Índia, sua pátria de origem, deu impulso inicial e em países como EUA, União Soviética e Japão, onde pesquisas têm sido realizadas o uso da magnetoterapia tem sido pesquisado de forma considerável.

 

1.2.1 Como o interesse pelos imãs aplicados a saúde foram intensificados pela engenharia?

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Em pleno florescer da Era Industrial, cientistas russos se depararam com um problema surgido em indústrias que fizeram uso de caldeiras. A água que circulava pelos circuitos apresentavam uma alta concentração de diferentes tipos de sais que se depositavam nas paredes internas dos canos, reduzindo o diâmetro da passagem da água e comprometendo a operação. A única opção era desmontar o equipamento em curtos períodos para se proceder à raspagem e lavagem das paredes internas, o que demandava tempo e equipamentos especiais. Os radiadores dos motores a explosão ficavam constantemente entupidos com depósitos de sais que comprometiam sua eficiência térmica. Acidentalmente alguém expôs a água que fluía pelos canos a um campo magnético e para sua surpresa percebeu que, além de não ocorrer mais os depósitos de sais, o que já haviam sido depositados e estavam incrustados nas paredes eram dissolvidos sem necessidade de qualquer fricção. Com isto o custo operacional e a eficiência das caldeiras e radiadores foram solucionados apenas com aplicação de imãs em determinados pontos do encanamento, ocasionando a magnetização da água. Este procedimento passou a ser reproduzido em todas as empresas correlatas.

Esta experiência fez com que algumas experiências fossem realizadas na área da construção civil e foi confirmado que o concreto no qual se usava água magnetizada tornava-se de 22% a 36% mais forte. A partir daí iniciaram-se várias pesquisas sob o efeito da água exposta a campos magnéticos. Os cientistas pretendiam responder qual o efeito dos magnetos e quais alterações físico-químicas ocorriam na água quando exposta a campos magnéticos.

Algumas pesquisas evidenciaram que a exposição ou passagem da água em campos magnéticos alteravam as características físico-químicas da água nas seguintes propriedades:

-Densidade

– Temperatura

– Tensão superficial

– Viscosidade

– Condutibilidade elétrica

– Velocidade de sedimentação

– Ionização

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1.2.2 Efeito sobre organismos vivos

 

A partir destes resultados extensas pesquisas têm sido elaboradas para determinar o efeito sobre organismos vivos.

Plantas mantidas dentro de um campo magnético crescem mais rápido e produzem hortaliças e frutos de melhor qualidade; além de crescimento e fertilidade aumentados, plantas murchas foram revividas dentro de um campo magnético, os tecidos das plantas foram rejuvenescidos e elas ficaram mais resistentes a geada e ataque de fungos.

Sementes expostas a campos magnéticos têm aceleração nos processos de germinação e crescimento, suas raízes se tornaram mais profundas e vigorosas se comparadas as que tiveram os cuidados tradicionais.

Quando a água usada para irrigação é magnetizada, as plantas possuem crescimento acelerado e produzem mais do que as irrigadas com água comum.  Na UFLA (Universidade Federal de Lavras) existem pesquisas correlacionadas a plantas expostas a campos magnéticos. Uma das teses é de que é possível retardar e até reverter processos de putrefação apenas expondo frutas e verduras em estado de putrefação a campos magnéticos.

De acordo com o pesquisador M. Matheus de Souza “o amadurecimento de frutas e vegetais pode ser retardado ou acelerado quando sob efeito de campos magnéticos apropriados.”

Alimentos cozidos (carne, peixe e outros comestíveis) resistem mais tempo dentro de um campo magnético adequado.

A fermentação de alcoóis e frutas pode ser retarda sob efeito de campos magnéticos específicos, pois uma intensidade adequada retarda o crescimento de bactérias responsáveis pela putrefação e fermentação. Se o efeito pretendido é a fermentação uma intensidade adequada pode acelerar a atividade das bactérias.

A água de torneira, sob temperatura normal ambiente, exposta durante 24 horas a um campo magnético médio de 1.000 Gauss ficará livre de bolor ou fungos por aproximadamente 15 dias, ao passo que a mesma água não exposta ao campo magnética e sob as mesmas condições começará a apresentar fungos dentro de dois ou três dias no máximo.

A reprodução e a atividade de certas bactérias em laboratório podem ser alteradas sob a influência de campos magnéticos. O “Staphylococcus aureus”, que provoca problemas de pele, desarranjos estomacais e em certos casos problemas pulmonares em seres humanos, quando incubado em campos magnéticos de 15 Gauss apresenta inibição completa no deu desenvolvimento após seis horas.

A “Seratiamarcescens” e a “Escherichia coli”, que causam desordens intestinais, têm inibição completa no seu desenvolvimento em apenas duas ou três horas de exposição a um campo magnético de 20 Gauss.

A mosca doméstica, se alimentada com açúcar magnetizado, tem sua longevidade prolongada (vive o dobro). O rato exposto a um campo magnético tem sua expectativa de vida prolongada. As ratazanas dão cria em idade mais avançada e o parto é mais fácil e rápido.

Na Índia, EUA, União Soviética e Japão diversas experiências com ratos e coelhos tem sido realizadas implantando-se tecidos cancerosos nos animais e expondo-os a campos magnéticos comprovando que a influência magnética adequada inibe a ploriferação de células cancerosas e recupera os tecidos danificados.

Testes com camundongos e ratos expostos a altas doses de Raios X e apresentando queimaduras radioativas, separados em grupos e tratados por diversos métodos indicaram que o grupo tratado por campos magnéticos apresentou o maior índice de sobrevivência e o único com cura.

Experiências quanto aos aspectos fisiológicos dos ratos, especialmente no que se refere ao teor sódio-potássio na urina, indicaram que após exposição ao campo magnético de 20 Gauss o sódio aumentava de 2,34 para 3,29 miligramas por mmⁿe o potássio de 9,14 para 14,59 miligramas por milímetro cúbico de urina. Esta experiência é uma indicação concreta de que o magneto exerce um efeito positivo sobre a glândula supra-renal e seu hormônio, a aldosterona, que regula o equilíbrio sódio-potássio no organismo.

Para se assegurar que a exposição a altos campos magnéticos e por longos períodos não prejudica ou causa efeitos adversos nos seres vivos, variais experiências têm sido executadas. Colônias de ratos e camundongos foram expostas a altíssimos campos magnéticos de 120.000 Gauss por períodos de dois minutos a uma hora. Não somente sobreviveram sem apresentar nenhum efeito maléfico fisiológico ou comportamental como tiveram uma melhoria no seu estado geral de saúde.

Fungos do gênero “Neurospora”, que em condições adversas sofrem alterações genéticas (mutações) que se propagam nas gerações posteriores, foram expostos a campos magnéticos de até 140.000 Gauss. A experiência não provocou qualquer mutação ou efeito adverso.

Por último, seres humanos voluntários têm se submetido a prolongadas exposições a campos magnéticos de até 140.000 Gauss, não sendo observado nenhum efeito adverso; todos os voluntários relataram um aumento substancial aumento na qualidade de vida relatando inúmeros benefícios.

Muitas pesquisas estão em andamento e muitos outros efeitos estão em fase de comprovação científica. Por ora, os cientistas concluíram que:

  1. a) Todos os organismos vivos são afetados pelo magnetismo, em maior ou menor grau dependendo da responsividade de cada organismo.
  2. b) O magnetismo promove a vitalidade e aumenta a longevidade dos animais.
  3. c) Campos magnéticos podem deter a proliferação de células cancerosas.
  4. d) Campos magnéticos inibem a proliferação de bactérias e fungos.
  5. e) Campos magnéticos melhoram a condutividade da água do organismo.
  6. f) Campos magnéticos inibem o acúmulo de resíduos nas artérias.
  7. g) Campos magnéticos podem aliviar dores.
  8. h) Campos magnéticos alcalinizam a água e conseqüentemente o sangue. Desta forma diminuem a acidez do organismo.
  9. i) Campos magnéticos atuam sobre processos inflamatórios (prevenindo e cortando a inflamação).
  10. j) Campos magnéticos mantêm o equilíbrio natural do organismo.
  11. k) Campos magnéticos prolongam a expectativa de vida.
  12. l) Campos magnéticos podem ser utilizados de forma preventiva (ao longo da vida) e como intervenção para curar alguns processos.

 

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1.2.3 Uso terapêutico do imã:

 

Baseados nestas conclusões, em diversos países tem surgido o que se convencionou chamar de MAGNETOTERAPIA: o uso de ímãs para a cura de doenças ou aplicação de campos magnéticos no corpo humano para o restabelecimento da saúde.

Nos EUA o doutor E. K. Maclean, desenvolveu na cidade de Nova York um ativador eletromagnético para tratar casos de câncer avançados. É famosa e célebre a alegação de Maclean: “O câncer não pode existir num forte campo magnético”. Na União Soviética diversas clínicas especializadas em doenças associadas com o sistema urinário fazem uso apenas água magnetizada para dissolução de cálculos renais.

No Brasil, em São Lourenço no Estado de Minas Gerais um grupo de médicos pesquisadores têm tratado doenças renais apenas com água alcalinizada. Consegue-se o efeito de alcalinização submetendo a água a um campo magnético. Desta forma se consegue a água imantada, muito utilizada para alcalinizar tecidos, prevenir e tratar inúmeras doenças.

Na Índia existe uma grande quantidade de clínicas especializadas em Magnetoterapia. No Brasil são escassas e pouco divulgadas. Os tratamentos são caros. Encontra-se este tipo de terapia em algumas clínicas de homeopatia.

Na Índia, o uso da água magnetizada é utilizado para tratamentos de imunoterapia, visando aumentar o status imunológico do organismo para defesa contra várias doenças. Esta água magnetizada também tem sido utilizada, nestes países, durante epidemias de sarampo, catapora, gripe, dengue e outras moléstias contagiosas com resultados extraordinários. A maioria dos vírus não sobrevivem em contato com campos magnéticos.

Isto acontece, pois a água e os líquidos em geral têm alteradas algumas de suas características, como temperatura, densidade, tensão de superfície, viscosidade, condutibilidade elétrica, velocidade de sedimentação e ionização. Um íon é um átomo ou grupo de átomos que contém carga positiva ou negativae qualquer substância que contenha íons é chamada de eletrólito. Como exemplo, se o cloreto de sódio (sal de cozinha) for dissolvido na água, esta solução conterá íons positivos de sódio, íons negativos de cloreto, íons positivos de hidrogênio e íons negativos de hidrosil (OH), bem como moléculas de água. A “quebra” das moléculas em íons componentes chamamos de IONIZAÇÃO.

Os fluídos do corpo mantêm numerosos íons (partículas com carga elétrica), como Na+1 (íon sódio), K+1 (íon potássio), Po3/4 (íons fosfóricos) e CI-1 (íon cloreto). O movimento dos fluídos do corpo significam então o movimento destes íons, o que resulta em uma corrente elétrica. Se um campo magnético for aplicado ao corpo, o fluxo destes íons será modificado e seu movimento se tornará mais rápido, estimulando os canais que transportam os fluidos no organismo. Este processo resulta no aumento de atividade na área sob ação magnética produzindo resultados curativos.

Sinais nervosos também se constituem de impulsos elétricos gerados no sistema nervoso, produzidos elevados pelos íons Na+ e K+, além de outros. Quando os íons se recombinam pela aplicação de um campo eletromagnético, há uma grande alteração no valor da corrente, que rapidamente vai a 0 e em seguida sobre em resposta ao campo magnético aplicado de forma externa. Este pulsar de ondas provoca alterações apreciáveis no metabolismo, sempre benéficas, pois há uma aceleração das respostas vitais.

A ação do campo magnético e seu efeito mais espetacular reside na sua ação sobre os fluídos orgânicos, principalmente no sangue. As células vermelhas (eritrócitos) contém um pigmento de proteína, chamado hemoglobina, que dá cor vermelha ao sangue. Um dos constituintes mais importantes da hemoglobina é o ferro (cada hemoglobina contém em média 4 átomos de ferro) que é o componente-chave na troca metabólica entre oxigênio e o gás carbônico, além de outros detritos celulares. Quando o sangue nos pulmões fica saturado de oxigênio devido a combustão celular, o ferro libera o oxigênio, este se combina (é atraído) ao ferro, que o retém, mas quando passa pelos tecidos distantes, onde há falta de oxigênio devido a combustão celular, o ferro libera o oxigênio e atrai e retém agora o gás carbônico e outros detritos desta combustão, que por sua vez são liberados a nível de pulmão novamente.

Ao expor um corpo a um campo magnético todo o sangue tem, por indução magnética no ferro da sua hemoglobina, uma ampliação na capacidade de atrair e repelir (troca metabólica) oxigênio e detrimentos celulares (principalmente gás carbônico), ocasionando no mínimo uma melhor oxigenação geral no organismo assim como maior eliminação dos detritos celulares.

O campo magnético é indicado para tratar infecções (enfraquece agentes patogênicos) e inflamações (cortando a inflamação e energizando a área exposta acelerando a recuperação).

Outra aplicação do campo magnéticos através de imãs é baseada nos princípios da acupuntura. Cada meridiano é um campo eletromagnético e cada ponto de acupuntura é uma unidade magnética. A energia flui através de cada meridiano percorrendo os órgãos a ele relacionados e volta ao ponto de origem. O objetivo da inserção de agulhas é o de liberar os bloqueios eventuais que possam desequilibrar o ritmo da energia ao percorrer os diversos meridianos, ora estimulando, ora sedando um ponto em desequilíbrio. Pequenos imãs com intensidade de até 800 Gauss podem ser utilizados em pontos estratégicos para equilibrar o ritmo de energia. A grande vantagem deste método reside no fato de poder ser utilizado em pacientes que rejeitam o uso de agulhas e pelo fato de estes imãs (magnetos) serem fixados em pontos através do uso de um esparadrapo, permanecendo por vários dias sem desconforto.

Quando um campo magnético é aplicado, influencia o organismo inteiro e não somente a parte que está em contato com o imã, normalizando as funções de vários órgãos, os efeitos mórbidos do mal funcionamento do órgão afetado será naturalmente corrigido.

No caso de uma afecção reumática, a aplicação de campos eletromagnéticos, vai melhorar a circulação, o que por sua vez produz calor e, conseqüentemente, leva a dissolução e eliminação mais rápida dos resíduos metabólicos.

Os princípios curativos dos magnetos são baseados em leis naturais, portanto há um conceito de similaridade entre a doença, que é a desarmonia dos campos magnéticos das células, e a força externa aplicada através de campos magnéticos, restaura a harmonia e as funções do organismo.

Eventualmente após a cura de alguma doença, a condição pode retornar devido a causas dietéticas, emocionais, climáticas e outros fatores, porém a reaplicação dos campos magnéticos rapidamente restaurará a harmonia do organismo. O ideal é que o tratamento com campos magnéticos seja constante, pois irá manter o equilíbrio e a harmonia das funções do corpo.

O tratamento não é somente uma aplicação local e supressiva, mas representa um tratamento racional de longa duração no caso de doenças curáveis e alívio para doenças incuráveis.

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Bibliografia

 

SOUZA, M. MATHEUS – Magnetoterapia – Imãs para a saúde – IBRAQUI – 1987 – São Paulo.

José Donizete

José Donizete

Olá, Meu nome é Donizete, atualmente sou Representante Comercial e Distribuidor de Perfumes e Cosméticos para Salão de Beleza. Estou investindo em Empreendedorismo Digital e Marketing de Relacionamento e neste Blog, quero compartilhar dicas de Empreendedorismo e negócios On Line e Off Line

Website: http://www.marketingsaudebeleza.com/

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